segunda-feira, fevereiro 02, 2009
sábado, janeiro 17, 2009
Alenquer: assalto violento a ourivesaria
Dois homens assaltaram quinta-feira uma ourivesaria, em Alenquer, após terem agredido a proprietária e uma cliente que estavam no interior do estabelecimento, disse esta sexta-feira um dos proprietários, escreve a Lusa.
«Primeiro entrou um homem que agrediu na cabeça e no pescoço a proprietária e a cliente imobilizando-as no chão e depois entrou um segundo sujeito e os dois "limparam" o ouro todo», relatou à Lusa Nuno Inácio, um dos proprietários da ourivesaria que na altura não estava na loja.
«Os assaltantes só precisaram de quatro a cinco minutos para levarem o ouro. Não levaram nem dinheiro nem a prata», disse o proprietário escusando-se a adiantar o montante roubado.
Segundo Nuno Inácio, a GNR foi chamada ainda quando estava a decorrer o assalto, por pessoas que se aperceberam do que estava a acontecer, mas conseguiram fugir porque tinham à sua espera um outro homem que estava ao volante de um carro.
Contactada pela Lusa, fonte da GNR confirmou que o assalto «envolveu força física» e que os homens se puseram em fuga. Os proprietários apresentaram queixa na GNR.
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Nuno Inácio
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12:51 a.m.
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terça-feira, janeiro 13, 2009
domingo, janeiro 11, 2009
Rua das Hortas
Pedro Pires está de volta com um novo blog...
Em http://ruadashortas.blogspot.com/, podemos ler as novidades de Alenquer pela visão critica de Pedro Pires, um dos pioneiros da blogosfera Alenquerense...
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Nuno Inácio
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3:23 p.m.
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sábado, dezembro 20, 2008
sexta-feira, dezembro 12, 2008
Torre da Couraça
"São muitos os séculos que nos contemplam do alto da velha Torre, mas nem por isso ela tem merecido melhor sorte...Será a Couraça um bom pretexto para aqui falarmos do nosso passado, do nosso património e, porque não, do nosso presente e futuro? Penso que sim. Alenquer merece que o façamos."
São estas as palavras com que José Lourenço, mais conhecido por "Zeca" Lourenço, apresenta o mais recente blog da nossa bela Vila Presépio.
Porque a defesa da nossa história é fundamental na construção do nosso futuro, aqui fica a sugestão.
http://couraca.blogspot.com/
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Nuno Inácio
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2:41 p.m.
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sábado, dezembro 06, 2008
UM MODELO SUSTENTÁVEL APÓS TSUNAMI REGIONAL
A vida das cidades, como a vida em geral, é determinada por factores "genéticos" e factores externos. Evolui de acordo com cenários definidos por aqueles dois tipos de vectores segundo um conjunto de estímulos a que se chama estratégia. Se, no caso de um ser vivo, o objectivo é a sobrevivência, quando se trata de uma cidade, de uma região ou de um país, o objectivo é o desenvolvimento nas suas componentes social, económica, cultural e ambiental. Durante dez anos, a estratégia de desenvolvimento do concelho de Azambuja e de toda a região foi determinada por uma verdade indiscutível: a localização do novo aeroporto de Lisboa na Ota.
Como todas as decisões indiscutíveis em Portugal, não resistiu a seis meses de investidas dos mais diversos sectores (perdoem-me a expressão ribatejana) e foi aterrar no Campo de Tiro de Alcochete. Mas deixou, atrás de si, um rasto de condicionantes e restrições - e os decisores locais e regionais órfãos de aeroporto e de estratégia de de-senvolvimento, vazios de fábricas e empregos imaginados. Foi um tsunami regional, particularmente para Alenquer e Azambuja. Naturalmente, o Governo compreendeu a necessidade de dar uma atenção especial aos municípios da área preterida e, durante seis meses, foi negociado e aprovado o Plano de Acção para os Municípios do Oeste e quatro municípios da Lezíria do Tejo (Azambuja, Cartaxo, Rio Maior e Santarém), que redefiniu um conjunto de intervenções potenciadoras do desenvolvimento para toda a região.
O processo foi exemplar do ponto de vista das técnicas de planeamento: completo, pois abrangeu todas as áreas de intervenção do Estado; participado, na medida em que os 16 municípios envolvidos foram parceiros activos e constantes; interactivo, porque o modelo final foi obtido por aproximações sucessivas. Considero que seria um excelente caso de estudo de macroplaneamento em qualquer universidade.
O plano de acção pode configurar um modelo de de-senvolvimento alternativo ao modelo Ota, mas não consubstancia uma estratégia de desenvolvimento regional. Efectivamente, o plano canaliza para a região investimentos estruturantes a nível de acessibilidades, quer rodoviárias quer ferroviárias; programa e faseia a instalação de equipamentos sociais de diversos fins; aposta na valorização de meios humanos e do património; na desburocratização; na potenciação do turismo.
Só para o concelho de Azambuja, se bem executado, implicará, até 2017, investimentos que se aproximam dos 200 milhões de euros.
O grande desafio para os autarcas e decisores regionais não vai ser apenas criar estruturas que permitam concretizar o plano de acção. Será, fundamentalmente, face aos meios disponibilizados, conseguir envolver a sociedade e os seus agentes numa estratégia de desenvolvimento que conduza a um modelo sustentável para a região e que será, necessariamente, diferente do modelo que decorreria da opção Ota. Na minha óptica, ainda é cedo para se considerar encontrado. É urgente construí-lo, sob pena de termos um conjunto de intervenções importantes mas desencabresta-das (perdão novamente pela costela ribatejana
).
Joaquim António Ramos
Presidente da Câmara Municipal da Azambuja
in DN
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Nuno Inácio
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7:20 p.m.
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