sábado, janeiro 17, 2009

Alenquer: assalto violento a ourivesaria

Dois homens assaltaram quinta-feira uma ourivesaria, em Alenquer, após terem agredido a proprietária e uma cliente que estavam no interior do estabelecimento, disse esta sexta-feira um dos proprietários, escreve a Lusa.

«Primeiro entrou um homem que agrediu na cabeça e no pescoço a proprietária e a cliente imobilizando-as no chão e depois entrou um segundo sujeito e os dois "limparam" o ouro todo», relatou à Lusa Nuno Inácio, um dos proprietários da ourivesaria que na altura não estava na loja.

«Os assaltantes só precisaram de quatro a cinco minutos para levarem o ouro. Não levaram nem dinheiro nem a prata», disse o proprietário escusando-se a adiantar o montante roubado.

Segundo Nuno Inácio, a GNR foi chamada ainda quando estava a decorrer o assalto, por pessoas que se aperceberam do que estava a acontecer, mas conseguiram fugir porque tinham à sua espera um outro homem que estava ao volante de um carro.

Contactada pela Lusa, fonte da GNR confirmou que o assalto «envolveu força física» e que os homens se puseram em fuga. Os proprietários apresentaram queixa na GNR.

terça-feira, janeiro 13, 2009

domingo, janeiro 11, 2009

Rua das Hortas

Pedro Pires está de volta com um novo blog...
Em http://ruadashortas.blogspot.com/, podemos ler as novidades de Alenquer pela visão critica de Pedro Pires, um dos pioneiros da blogosfera Alenquerense...

sábado, dezembro 20, 2008

Boas Festas

sábado, dezembro 06, 2008

UM MODELO SUSTENTÁVEL APÓS TSUNAMI REGIONAL

A vida das cidades, como a vida em geral, é determinada por factores "genéticos" e factores externos. Evolui de acordo com cenários definidos por aqueles dois tipos de vectores segundo um conjunto de estímulos a que se chama estratégia. Se, no caso de um ser vivo, o objectivo é a sobrevivência, quando se trata de uma cidade, de uma região ou de um país, o objectivo é o desenvolvimento nas suas componentes social, económica, cultural e ambiental. Durante dez anos, a estratégia de desenvolvimento do concelho de Azambuja e de toda a região foi determinada por uma verdade indiscutível: a localização do novo aeroporto de Lisboa na Ota.

Como todas as decisões indiscutíveis em Portugal, não resistiu a seis meses de investidas dos mais diversos sectores (perdoem-me a expressão ribatejana) e foi aterrar no Campo de Tiro de Alcochete. Mas deixou, atrás de si, um rasto de condicionantes e restrições - e os decisores locais e regionais órfãos de aeroporto e de estratégia de de-senvolvimento, vazios de fábricas e empregos imaginados. Foi um tsunami regional, particularmente para Alenquer e Azambuja. Naturalmente, o Governo compreendeu a necessidade de dar uma atenção especial aos municípios da área preterida e, durante seis meses, foi negociado e aprovado o Plano de Acção para os Municípios do Oeste e quatro municípios da Lezíria do Tejo (Azambuja, Cartaxo, Rio Maior e Santarém), que redefiniu um conjunto de intervenções potenciadoras do desenvolvimento para toda a região.

O processo foi exemplar do ponto de vista das técnicas de planeamento: completo, pois abrangeu todas as áreas de intervenção do Estado; participado, na medida em que os 16 municípios envolvidos foram parceiros activos e constantes; interactivo, porque o modelo final foi obtido por aproximações sucessivas. Considero que seria um excelente caso de estudo de macroplaneamento em qualquer universidade.

O plano de acção pode configurar um modelo de de-senvolvimento alternativo ao modelo Ota, mas não consubstancia uma estratégia de desenvolvimento regional. Efectivamente, o plano canaliza para a região investimentos estruturantes a nível de acessibilidades, quer rodoviárias quer ferroviárias; programa e faseia a instalação de equipamentos sociais de diversos fins; aposta na valorização de meios humanos e do património; na desburocratização; na potenciação do turismo.

Só para o concelho de Azambuja, se bem executado, implicará, até 2017, investimentos que se aproximam dos 200 milhões de euros.

O grande desafio para os autarcas e decisores regionais não vai ser apenas criar estruturas que permitam concretizar o plano de acção. Será, fundamentalmente, face aos meios disponibilizados, conseguir envolver a sociedade e os seus agentes numa estratégia de desenvolvimento que conduza a um modelo sustentável para a região e que será, necessariamente, diferente do modelo que decorreria da opção Ota. Na minha óptica, ainda é cedo para se considerar encontrado. É urgente construí-lo, sob pena de termos um conjunto de intervenções importantes mas desencabresta-das (perdão novamente pela costela ribatejana…).


Joaquim António Ramos
Presidente da Câmara Municipal da Azambuja
in DN

sexta-feira, novembro 28, 2008

Motivos de uma manifestação...

Não podendo ser excepção, também a minha humilde terrinha teve direito a uma manifestação de alunos por motivos que desconhecem, mas com que concordam...
Confiram aqui: ENTREVISTA RVA