Estamos mesmo no natal...
Esta foi sem duvida uma quinzena natalícia, senão vejamos:
A Europastry anunciou a instalação da sua nova fábrica nas antigas instalações da Knorr no Carregado, criando assim cerca de 140 novos postos de Trabalho.
José Sócrates inaugurou o troço da A10 que liga o Carregado a Arruda dos Vinhos, uma das mais belas (e caras) Auto-Estradas do pais, no mesmo dia em que a BRISA garantiu a abertura da nova ponte sobre o Tejo no final do primeiro semestre deste ano.
Alenquer já tem iluminação de natal.
Álvaro Pedro já tem orçamento para 2007, depois de José Manuel Catarino se ter abstido na reapreciação do mesmo.
Sem duvida um óptimo natal...
Bom, mas não perfeito.
A GM encerrou as portas, lançando no desemprego cerca de 1200 funcionários, o que, apesar das indemnizações, pode vir a criar um grave problema social na nossa região.
A Brisa, com a construção novo nó do Carregado, esqueceu-se da existência de Alenquer e da Nacional 1 (ou IC2?), o que tem levado os mais desatentos a fazerem umas viagens extra até Aveiras de Cima.
Alenquer sempre tem iluminação, mais do que no ano passado, mas fraca demais para uma terra que quer ser a Vila Presépio.
Alenquer tem condições naturais. Alenquer tem um presépio deslumbrante. Só falta mesmo uma iluminação e uma animação condigna para o nome que ostenta. Como sugestão, aconselho uma visita ao site da Prefeitura de Gramado (http://www.gramado.rs.gov.br/), uma pequena cidade Brasileira, onde o Natal é mesmo Natal e dura 60 dias.
Esta pequena cidade é “apenas” o terceiro maior destino turístico Brasileiro...
Quanto ao “episódio” ACICA – Nova Verdade, não me vou pronunciar, uma vez que, depois de uma conversa, a direcção desta associação admitiu o erro (ver carta ao director), no que ao Jornal Nova Verdade diz respeito.
Quanto ao diferendo Câmara Municipal de Alenquer – ACICA, certamente que ninguém ficará a ganhar com esta “guerra”, sendo por isso de esperar que se atinja o consenso entre estas duas instituições.
quinta-feira, janeiro 04, 2007
Editorial Nova Verdade Edição 736 - 1/01/2007
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Nuno Inácio
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11:29 p.m.
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Editorial Nova Verdade edição 735 - 15/12/2006
Esta quinzena ficou marcada por um acontecimento que pode vir a fazer parte da história política Alenquerense.
PS e CDU puseram termo a um acordo pós eleitoral assinado logo após o Partido Socialista ter perdido a maioria absoluta nas últimas eleições autárquicas.
As versões para o fim do mesmo são naturalmente divergentes, mas uma coisa é certa: o Município de Alenquer no próximo ano vai ser gerido em duodécimos, testando, uma vez mais, a capacidade de gestão de Álvaro Pedro.
As implicações desta situação podem ser mais que muitas…
Todos esperamos que, para o município, sejam mais positivas do que negativas…
Esta quinzena fica também marcada pela iluminação natalícia em Alenquer, ou para ser mais preciso, pela sua ausência…
Nos últimos anos a iluminação do centro da “Vila Presépio”(!!!) tem vindo a decrescer em qualidade, mas este ano tudo mudou… Pura e simplesmente não existe… Dizem que a responsabilidade será da empresa contratada para a instalação da mesma, mas a verdade é que ela não está cá e a Vila Presépio ficou literalmente a ver passar o natal,
logo no ano, em que a vizinha vila de Óbidos se auto denominou de Vila Natal…
Mas também de coisas boas vive o concelho de Alenquer.
A Sociedade Filarmónica União e Progresso de Abrigada comemorou os seus 150 anos de vida, enquanto a Sociedade União Musical de Alenquer comemorou 116 primaveras. Estas duas instituições permitiram ao longo de toda a sua existência que milhares de jovens recebessem formação musical, tendo alguns deles chegado bastante longe no mundo da música. Por isso e pela divulgação que deram ao nome de Alenquer, muitos parabéns e obrigado pela vossa existência.
Não poderia terminar sem desejar a todos os leitores, colaboradores, funcionários, anunciantes e amigos umas Boas Festas.
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Nuno Inácio
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11:29 p.m.
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Editorial Nova Verdade Edição 734 - 1 de Dezembro de 2006
Há cerca de dois anos, neste mesmo jornal, saiu um artigo sobre a inexistência de acessibilidades para os cidadãos com mobilidade reduzida no concelho de Alenquer.
Dois anos volvidos, e com todos os prazos legais a expirarem, o município de Alenquer continua sem demonstrar qualquer preocupação em adaptar as acessibilidades às necessidades dos cidadãos com dificuldades de locomoção. Se tivermos em conta que segundo os censos de 2001, existem no concelho de Alenquer 538 pessoas que são obrigadas a utilizar cadeira de rodas, temos logo à partida 1,5% da população impedida de utilizar grande parte dos edifícios municipais. Esperamos sinceramente que, após a publicação deste jornal, não tenhamos de voltar ao assunto pelas mesmas razões.
Nesta edição, terminamos o ciclo de entrevistas aos presidentes de câmara da nossa área de influência.
Carlos Lourenço foi eleito no passado ano, para o seu terceiro mandato enquanto presidente da Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos, tendo obtido a maioria absoluta pelo segundo mandato consecutivo, algo que segundo o mesmo não é mais do que um prémio para quem prometeu e fez.
Esta quinzena ficou também marcada pelo mau tempo. A região Oeste foi afectada por uma intempérie hà muito não vista. Alenquer não foi excepção e foram muitos os locais onde os rios e ribeiras extravasaram as suas margens, inundando zonas habitacionais e agrícolas, muito em especial na zona da Merceana, onde parte desta localidade ficou mesmo submersa.
Na vila de Alenquer, os habitantes chegaram a temer o pior, mas felizmente parece que a intervenção efectuada pelo INAG no rio de Alenquer resultou, evitando assim que se repetisse o sucedido nos anos 60, onde os efeitos das cheias foram devastadores.
No desporto o destaque nesta edição vai naturalmente para Eduardo Henriques. O “campeoníssimo” alenquerense anunciou que vai competir por mais um ano, continuando assim a levar o nome de Alenquer aos pódios de todo o mundo.
Quem esperamos que também leve o nome de Alenquer bastante longe, é o jovem Edgar Anselmo. O ciclista de Cabanas do Chão vai, na próxima temporada, representar a regressada equipa de ciclismo do Sport Lisboa e Benfica, na sua formação de sub 23, acalentando assim o sonho de poder chegar ao grupo dos melhores.
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Nuno Inácio
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11:18 p.m.
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terça-feira, novembro 14, 2006
Editorial Nova Verdade Edição 733 - 15/11/2006
Quando na segunda-feira acordei, pensei estar a sonhar…
A vila de Alenquer estava com movimento.
As pessoas estavam na rua.
O trânsito fazia lembrar a segunda circular.
Não, não era uma revolução.
Parti em busca da fonte do movimento.
A zona do “Areal” parecia a rua Augusta em dia de saldos…
Continuei em busca de uma explicação para tal, e eis que…
Cheguei ao mercado mensal…
Devido às obras de requalificação da zona da Romeira, a câmara foi “obrigada” a transferir o mercado para a zona do parque das Tílias e para o parque do Areal, numa medida desde logo criticada quer pela oposição quer pelos próprios feirantes.
No entanto, enquanto alenquerense, não critico a medida, bem pelo contrário.
Alenquer ganhou movimento, o comércio também, as pessoas voltaram ao centro da vila, logo a vila presépio parece ter ficado a ganhar.
Já na passada semana outro tema aqueceu a politica alenquerense. A Comissão Municipal de Acompanhamento do novo Aeroporto, reuniu pela primeira vez com a NAER, tendo o presidente desta comissão emitido uma nota de imprensa, que de imediato veio a ser criticada quer pela CPNT quer pela ALAMBI.
Quem também não se esquece do aeroporto é Álvaro Pedro, presidente da Câmara Municipal de Alenquer desde 1976. Em grande entrevista, o autarca dinossauro fala das suas principais batalhas e reflecte sobre o que pode vir a ser o futuro de Alenquer e do município.
Na próxima edição encerramos o ciclo de entrevistas com os presidentes de câmara da nossa área de cobertura, ouvindo Carlos Lourenço, presidente da Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos.
No que ao desporto diz respeito, o Sport Alenquer e Benfica continua a somar vitórias enquanto a Associação Desportiva do Carregado teima em não “matar o borrego”, ou seja, vencer fora de casa.
Ainda no desporto, destaque para o alenquerense Hugo Vítor, que na próxima temporada regressa ao Boavista com a esperança de voltar a atingir níveis de outros tempos, em especial na Volta a Portugal em bicicleta.
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Nuno Inácio
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12:55 p.m.
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Editorial Nova Verdade Edição 732 - 1/11/2006
No passado dia 16 de Outubro “comemorou-se” um ano sobre as eleições autárquicas de 2005. Por esse motivo, iniciamos nesta edição um ciclo de entrevistas aos presidentes de câmara da região, para o balanço de um ano de mandato.
António Bogalho foi eleito pela primeira vez como presidente de Câmara do Sobral de Monte Agraço com 22 anos. Em Outubro do ano passado, foi eleito pela CDU, para o oitavo mandato. Na hora de fazer o balanço do primeiro ano deste mandato, numa entrevista ao Nova Verdade, o autarca comunista fala sobre os projectos em curso e do que foi feito. Bogalho não se sente um dinossauro da política, e não coloca de parte a hipótese de se voltar a candidatar à presidência no próximo mandato.
Na próxima edição será a vez de Álvaro Pedro fazer o seu balanço.
Também em jeito de balanço, num debate promovido na Voz de Alenquer, PS e CDU afirmaram que ao fim de um ano de gestão conjunta o balanço é positivo. Já a CPNT afirma que existem duas Câmaras em Alenquer – a do PS e a da CDU.
Já no passado dia 28 de Outubro, comemoraram-se os 150 anos dos caminhos-de-ferro portugueses. Neste dia, 75 crianças da Escola Básica Integrada do Carregado viajaram no comboio mais antigo em circulação no país, num trajecto que ligou Carregado a Lisboa, fazendo assim a viagem inaugural do troço Lisboa-Carregado, mas no sentido contrário.
Em Vila Franca foi lançada uma exposição alusiva ao tema. Já Alenquer parece ter ficado a ver passar os comboios…
Talvez tenha sido uma forma de protesto, pelo facto de 150 anos depois, ainda não ter passado do papel, o projecto do Governo do Rei D. Pedro V, que previa a ligação ferroviária ao alto concelho.
Para finalizar quero aqui deixar uma breve explicação. Nos últimos tempos temos recebido algumas cartas, para publicação ou investigação. O problema é que as mesmas nem sempre estão devidamente identificadas – Nome, BI, Morada e Telefone – o que impossibilita os jornalistas de exercerem o seu trabalho, uma vez que incorrem no incumprimento do Artº6º do seu Código Deontológico e que diz o seguinte:
“O jornalista deve usar como critério fundamental a identificação das fontes. O jornalista não deve revelar, mesmo em juízo, as suas fontes confidenciais de informação, nem desrespeitar os compromissos assumidos, excepto se o tentarem usar para canalizar informações falsas. As opiniões devem ser sempre atribuídas.”
Continuamos, obviamente, ansiosos por receber a sua colaboração para levar cada vez mais longe este projecto editorial, desde que possamos cumprir as regras que nos regem.
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Nuno Inácio
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12:54 p.m.
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Editorial Nova Verdade Edição 731 - 15/10/2006
No passado dia 3 de Outubro, a maioria dos deputados municipais de Alenquer recusou uma proposta efectuada pela Coligação Pela Nossa Terra, que pretendia a realização de um referendo local sobre a construção de um aeroporto na freguesia da Ota.
Como argumento para o “chumbo”, os deputados da CDU e do PS entenderam que tal assunto extravasa as competências do poder local e que o mesmo poderia ser “enganoso” para as populações.
Ainda no que à política diz respeito, uma nova polémica parece ter nascido, uma vez que a Câmara de Alenquer e a Junta do Carregado parecem estar em desacordo no nome a dar à nova ponte sobre o Tejo.
A câmara defende o nome de Damião de Góis, a junta defende o nome de Lezíria.
Mas desengane-se quem pensa que a polémica fica por aqui, já que nenhum dos partidos parece ter opinião formada, já que o voto na câmara foi diferente do da junta, e os seus líderes têm também discursos contrários.
Esta polémica deve morrer cedo – vai ser a Brisa a decidir – mas tráz a lume uma discussão interessante, e que passa por tentar perceber, afinal, qual é o peso e influência do Rio Tejo no concelho de Alenquer.
Em termos desportivos, a quinzena voltou a ser bastante fértil.
Sérgio Silva e Duarte Marques trouxeram mais dois títulos para a Sociedade Recreativa do Camarnal. O primeiro venceu no europeu, o segundo no nacional.
O “resistente” Troféu Regional Ralis de Alenquer chegou ao final, numa temporada em que o espectáculo esteve sempre presente apesar do claro domínio de José Merceano.
Todos esperamos que na próxima temporada este magnífico troféu volte às estradas, de preferência com mais apoios do que tem tido, uma vez que o concelho de Alenquer tem ganho, e muito, com esta iniciativa.
Os amantes da modalidade agradecem e Alenquer também.
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Nuno Inácio
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12:53 p.m.
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Editorial Nova Verdade Edição 730 - 1/10/2006
Esta quinzena foi fértil em bons resultados desportivos para os atletas alenquerenses.
Rui Sousa venceu mais uma prova, Sérgio Silva trouxe mais um título para a Sociedade Recreativa do Camarnal, Pedro Lamy venceu o campeonato da Le Mans Endurance Series, Vítor Viçoso revalidou o título de campeão nacional de perícia, Eduardo Henriques brilhou na Meia Maratona ao atingir a terceira posição, logo atrás dos incontornáveis quenianos e a “nossa” equipa de Horseball passou às meias-finais da Taça de Portugal.
Foi, sem dúvida uma quinzena notável para o desporto alenquerense, demonstrando que afinal temos muitos e bons valores no nosso concelho, e que, quando se aposta a sério numa determinada modalidade, os frutos acabam por surgir, com mais ou menos dificuldades.
Podemos também concluir que temos cada vez mais ícones desportivos no nosso concelho, ícones esses que devem ser aproveitados para incentivar os mais jovens a praticar desporto, para que possamos continuar com esta cadência de campeões.
Nesta mesma quinzena, o processo aeroporto conheceu novos desenvolvimentos.
Mário Lino – Ministro das Obras Públicas – afirmou que não existe alternativa ao Aeroporto da Ota, Fernando Rodrigues – Presidente da Assembleia Municipal de Alenquer – convocou a Comissão de Acompanhamento do Aeroporto e uma Assembleia Municipal Extraordinária sobre o tema, a Coligação Pela Nossa Terra apresentou a sua proposta de referendo local sobre o mesmo e agendou uma reunião pública sobre a questão.
Resumindo, o aeroporto entrou finalmente em ebulição, a discussão está lançada, resta agora saber se esta vai levar ou não ao esclarecimento público.
Todos esperamos que sim.
Não posso terminar esta minha odisseia, que é escrever o meu primeiro editorial, sem desejar as rápidas melhoras à “nossa” directora, desejando que a sua pena nos volte a deliciar quinzena após quinzena.
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Nuno Inácio
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12:46 p.m.
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