No passado dia 16 de Outubro “comemorou-se” um ano sobre as eleições autárquicas de 2005. Por esse motivo, iniciamos nesta edição um ciclo de entrevistas aos presidentes de câmara da região, para o balanço de um ano de mandato.
António Bogalho foi eleito pela primeira vez como presidente de Câmara do Sobral de Monte Agraço com 22 anos. Em Outubro do ano passado, foi eleito pela CDU, para o oitavo mandato. Na hora de fazer o balanço do primeiro ano deste mandato, numa entrevista ao Nova Verdade, o autarca comunista fala sobre os projectos em curso e do que foi feito. Bogalho não se sente um dinossauro da política, e não coloca de parte a hipótese de se voltar a candidatar à presidência no próximo mandato.
Na próxima edição será a vez de Álvaro Pedro fazer o seu balanço.
Também em jeito de balanço, num debate promovido na Voz de Alenquer, PS e CDU afirmaram que ao fim de um ano de gestão conjunta o balanço é positivo. Já a CPNT afirma que existem duas Câmaras em Alenquer – a do PS e a da CDU.
Já no passado dia 28 de Outubro, comemoraram-se os 150 anos dos caminhos-de-ferro portugueses. Neste dia, 75 crianças da Escola Básica Integrada do Carregado viajaram no comboio mais antigo em circulação no país, num trajecto que ligou Carregado a Lisboa, fazendo assim a viagem inaugural do troço Lisboa-Carregado, mas no sentido contrário.
Em Vila Franca foi lançada uma exposição alusiva ao tema. Já Alenquer parece ter ficado a ver passar os comboios…
Talvez tenha sido uma forma de protesto, pelo facto de 150 anos depois, ainda não ter passado do papel, o projecto do Governo do Rei D. Pedro V, que previa a ligação ferroviária ao alto concelho.
Para finalizar quero aqui deixar uma breve explicação. Nos últimos tempos temos recebido algumas cartas, para publicação ou investigação. O problema é que as mesmas nem sempre estão devidamente identificadas – Nome, BI, Morada e Telefone – o que impossibilita os jornalistas de exercerem o seu trabalho, uma vez que incorrem no incumprimento do Artº6º do seu Código Deontológico e que diz o seguinte:
“O jornalista deve usar como critério fundamental a identificação das fontes. O jornalista não deve revelar, mesmo em juízo, as suas fontes confidenciais de informação, nem desrespeitar os compromissos assumidos, excepto se o tentarem usar para canalizar informações falsas. As opiniões devem ser sempre atribuídas.”
Continuamos, obviamente, ansiosos por receber a sua colaboração para levar cada vez mais longe este projecto editorial, desde que possamos cumprir as regras que nos regem.
terça-feira, novembro 14, 2006
Editorial Nova Verdade Edição 732 - 1/11/2006
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Nuno Inácio
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12:54 p.m.
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Editorial Nova Verdade Edição 731 - 15/10/2006
No passado dia 3 de Outubro, a maioria dos deputados municipais de Alenquer recusou uma proposta efectuada pela Coligação Pela Nossa Terra, que pretendia a realização de um referendo local sobre a construção de um aeroporto na freguesia da Ota.
Como argumento para o “chumbo”, os deputados da CDU e do PS entenderam que tal assunto extravasa as competências do poder local e que o mesmo poderia ser “enganoso” para as populações.
Ainda no que à política diz respeito, uma nova polémica parece ter nascido, uma vez que a Câmara de Alenquer e a Junta do Carregado parecem estar em desacordo no nome a dar à nova ponte sobre o Tejo.
A câmara defende o nome de Damião de Góis, a junta defende o nome de Lezíria.
Mas desengane-se quem pensa que a polémica fica por aqui, já que nenhum dos partidos parece ter opinião formada, já que o voto na câmara foi diferente do da junta, e os seus líderes têm também discursos contrários.
Esta polémica deve morrer cedo – vai ser a Brisa a decidir – mas tráz a lume uma discussão interessante, e que passa por tentar perceber, afinal, qual é o peso e influência do Rio Tejo no concelho de Alenquer.
Em termos desportivos, a quinzena voltou a ser bastante fértil.
Sérgio Silva e Duarte Marques trouxeram mais dois títulos para a Sociedade Recreativa do Camarnal. O primeiro venceu no europeu, o segundo no nacional.
O “resistente” Troféu Regional Ralis de Alenquer chegou ao final, numa temporada em que o espectáculo esteve sempre presente apesar do claro domínio de José Merceano.
Todos esperamos que na próxima temporada este magnífico troféu volte às estradas, de preferência com mais apoios do que tem tido, uma vez que o concelho de Alenquer tem ganho, e muito, com esta iniciativa.
Os amantes da modalidade agradecem e Alenquer também.
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Nuno Inácio
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Editorial Nova Verdade Edição 730 - 1/10/2006
Esta quinzena foi fértil em bons resultados desportivos para os atletas alenquerenses.
Rui Sousa venceu mais uma prova, Sérgio Silva trouxe mais um título para a Sociedade Recreativa do Camarnal, Pedro Lamy venceu o campeonato da Le Mans Endurance Series, Vítor Viçoso revalidou o título de campeão nacional de perícia, Eduardo Henriques brilhou na Meia Maratona ao atingir a terceira posição, logo atrás dos incontornáveis quenianos e a “nossa” equipa de Horseball passou às meias-finais da Taça de Portugal.
Foi, sem dúvida uma quinzena notável para o desporto alenquerense, demonstrando que afinal temos muitos e bons valores no nosso concelho, e que, quando se aposta a sério numa determinada modalidade, os frutos acabam por surgir, com mais ou menos dificuldades.
Podemos também concluir que temos cada vez mais ícones desportivos no nosso concelho, ícones esses que devem ser aproveitados para incentivar os mais jovens a praticar desporto, para que possamos continuar com esta cadência de campeões.
Nesta mesma quinzena, o processo aeroporto conheceu novos desenvolvimentos.
Mário Lino – Ministro das Obras Públicas – afirmou que não existe alternativa ao Aeroporto da Ota, Fernando Rodrigues – Presidente da Assembleia Municipal de Alenquer – convocou a Comissão de Acompanhamento do Aeroporto e uma Assembleia Municipal Extraordinária sobre o tema, a Coligação Pela Nossa Terra apresentou a sua proposta de referendo local sobre o mesmo e agendou uma reunião pública sobre a questão.
Resumindo, o aeroporto entrou finalmente em ebulição, a discussão está lançada, resta agora saber se esta vai levar ou não ao esclarecimento público.
Todos esperamos que sim.
Não posso terminar esta minha odisseia, que é escrever o meu primeiro editorial, sem desejar as rápidas melhoras à “nossa” directora, desejando que a sua pena nos volte a deliciar quinzena após quinzena.
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Nuno Inácio
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12:46 p.m.
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sexta-feira, setembro 15, 2006
• ABORTO/REFERENDO - Projecto do PS votado a 19 de Outubro
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Nuno Inácio
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12:37 p.m.
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quarta-feira, setembro 13, 2006
JS Alenquer com dois militantes na nacional
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Nuno Inácio
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12:53 a.m.
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terça-feira, agosto 01, 2006
Novo aeroporto cria 28 mil postos de trabalho
"A empresa que projecta o novo aeroporto de Lisboa, a NAER SA, divulgou hoje em Azambuja que estima que nos concelhos envolventes ao aeroporto venham a ser criados 28 mil postos de trabalho.
De acordo com uma exposição inaugurada hoje pela NAER em Azambuja, o futuro aeroporto potenciará a criação de 28 mil postos de trabalho na área envolvente e outros tantos empregos directos na data da abertura.
Um dos concelhos mais próximos da área de implantação do novo aeroporto é Azambuja e o outro é Alenquer.
O aumento das oportunidades de emprego é bem visto pela autarquia local mas para o presidente da Câmara de Azambuja, Joaquim Ramos "esse efeito só se notará daqui a alguns anos".
O presidente da Câmara disse à Lusa que "o aeroporto potencia o desenvolvimento do concelho mas não resolverá problemas como o da GM (General Motors) que vai encerrar a unidade que tem na Azambuja", e que deixará no final deste ano 1200 pessoas sem emprego.
Além da criação de emprego, a NAER espera um aumento da procura de mão-de-obra qualificada, aumento de salários e da formação.
Para a economia local, o aeroporto deverá atrair novas actividades, aumentar da procura de bens e serviços locais e regionais, novas redes de telecomunicações, ligação para abastecimento de gás natural, novas redes adutoras de água.
A NAER inaugurou a exposição e realizou hoje uma sessão de esclarecimento onde apresentou o projecto na presença de uma centena de habitantes locais.
De acordo com a NAER (Novo Aeroporto Sa), trata-se de um aeroporto de dimensão internacional o que irá promover "o desenvolvimento económico de toda a região, atraindo investimentos e beneficiando as populações".
Um desenvolvimento potenciado também pelas novas infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias que deverão encurtar o tempo e a distância entre o concelho e a capital que ficará a 20 minutos de Lisboa, através da linha de alta velocidade.
Com a linha de alta velocidade, o concelho de Azambuja ficará a 20 minutos de Lisboa (Estação do Oriente), 35 de Coimbra, 48 de Aveiro, 63 do Porto e 45 de Setúbal.
Os novos acessos rodoviários permitirão deslocações de carro a Lisboa em 35 minutos.
O novo aeroporto vai situar-se numa vasta área de 1800 hectares até agora ocupada por floresta, zonas agrícolas e de exploração de inertes.
Para a NAER, a dimensão internacional do aeroporto gerará também a construção de hotéis, centros e congressos, centros de inovação e conhecimento e zonas de actividade empresarial nos diversos sectores da economia. "
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Nuno Inácio
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4:23 p.m.
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Coligação de direita de novo na net
A coligação Ambientalista de Direita de ideologia Républicana e Monárquica está de volta à net...
www.pelanossaterra.net
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Nuno Inácio
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4:18 p.m.
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