Mostrar mensagens com a etiqueta Aeroporto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Aeroporto. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, junho 26, 2008

OCDE: Ministro das Finanças rejeita hipótese de repensar OTA (???) e a TGV

2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
OCDE: Ministro das Finanças rejeita hipótese de repensar OTA(???) e 0 TGV
2008-06-25 14:09:38

Lisboa, 25 Jun (Lusa) - O ministro das Finanças afastou hoje a hipótese do governo repensar a decisão de construção da Ota e da TGV, no dia em que a OCDE aconselhou que tais investimentos devem promover a concorrência e depois de estudos "transparentes".
Na apresentação do relatório sobre Portugal da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE) hoje divulgado, o ministro Fernando Teixeira dos Santos disse que "não está em causa reequacionar esses projectos [Ota e TGV]."
"O governo tomou as decisões e não as tomou de ânimo leve", acrescentou o governante, referindo que a escolha foi feita "em função da análise custo-benefício".
Estas declarações do ministro das Finanças surgem no dia em que o relatório da OCDE sobre Portugal aconselha a que a decisão de investimento na Ota e TGV seja baseada numa análise "transparente" de custo-benefício e desde que sirva para promover a concorrência.
Na apresentação do relatório da OCDE, Teixeira dos Santos voltou a dizer que no âmbito da melhoria das contas públicas hoje elogiadas pela OCDE, Portugal vai arrancar em 2009 com quadros-piloto de orçamentação por programas, os quais deverão trazer benefícios na avaliação dos resultados, na implementação de orçamentação plurianual e na melhoria das regras da despesa.
Durante a apresentação do relatório, o secretário-geral da OCDE, Angel Curria, afirmou que Portugal se encontra numa situação de "contexto político em que é possível fazer e negociar reformas", com um governo de "liderança, coragem e que usa o seu capital político."
Essa é "um enorme activo" económico e político, concluiu Angel Curria.
IRE.
Lusa/Fim



SEM COMENTÁRIOS...

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Comissão Europeia pode considerar que aeroporto em Alcochete viola protecção ambiental

A Comissão Europeia pode considerar que a localização do novo aeroporto de Lisboa, tanto em Alcochete como na Ota, configura uma violação material dos deveres de protecção ambiental do Estado português, alerta a análise ambiental estratégica hoje divulgada.A análise ambiental estratégica, coordenada pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e da qual o primeiro-ministro fez depender a opção definitiva por Alcochete para instalar o novo aeroporto de Lisboa, foi hoje publicada no site Internet da NAER e será seguida por uma consulta pública de 30 dias. Apesar de nenhuma das localizações propostas para o novo aeroporto coincidir com qualquer zona destinada à conservação da natureza, o estudo levanta a possibilidade de a simples proximidade "poder vir a ser considerada". "Não é absurdo pensar que, apesar de o NAL (novo aeroporto de Lisboa) vir a ser construído fora das zonas classificadas, a proximidade a elas é tal que é de admitir a hipótese de as operações (tanto aéreas como terrestres) inerentes ao funcionamento normal de qualquer aeroporto poderem degradar habitats classificados e perturbar significativamente espécies protegidas", refere o estudo. Enquanto a localização em Alcochete fica próxima da zona de protecção especial (ZPE) e sítio de interesse comunitário do Estuário do Tejo, a localização na Ota confina com a Serra de Montejunto, também ela, um sítio da Rede Natura. Acessibilidades a Alcochete atravessarão áreas ambientais classificadasOs autores estão preocupados com as “alterações dos usos do solo, construção de novas vias de comunicação e sobrevoo de aeronaves a baixa altitude” na opção Alcochete.O estudo refere que os novos traçados para as acessibilidades rodoviárias e ferroviárias para Alcochete deverão atravessar áreas ambientais classificadas, nomeadamente o Estuário do Tejo, ao contrário do que acontece na Ota. "A ligação proposta para o TGV entre o Montijo e o novo aeroporto no CTA (Campo de Tiro de Alcochete) pode implicar o atravessamento da área classificada na zona da Barroca de Alva", afirmam os autores do estudo. Por oposição, a construção do novo aeroporto na Ota "não implica atravessamento de áreas classificadas por novas vias de comunicação". A construção do novo aeroporto no CTA implica que os aviões sobrevoem a ZPE do Estuário do Tejo a menos de 2000 pés de altitude, o que pode levar a que seja violado o limite de 1000 pés, estabelecido legalmente. "Apesar de apenas afectar uma extremidade da ZPE, o sobrevoo a altitudes relativamente baixas pode interferir com o movimento de aves aquáticas que se refugiam no estuário e se alimentam em campos agrícolas e zonas húmidas da região adjacente", lê-se no documento. Na opção Ota, "o sobrevoo da ZPE ocorrerá a maior altitude (mais 2000 pés de altitude) e não implica atravessamento de Áreas Classificadas por novas vias de comunicação". No Ota, as ligações ferroviárias convencionais ao novo aeroporto serão proporcionadas por um ramal de cerca de 6,8 quilómetros a partir da proximidade do apeadeiro de Vila Nova da Rainha, através de ligação à linha do Norte. A ligação a Lisboa na linha de alta velocidade na opção Ota é "muito competitiva quando comparada com a ligação em ferrovia convencional, dado que proporciona um tempo de percurso muito curto até à Gare do Oriente no mesmo canal". Já no caso da localização no CTA, a acessibilidade ferroviária convencional deverá ser proporcionada por um ramal a desenvolver logo após a estação de Pinhal Novo usando a Terceira Travessia do Tejo Chelas - Barreiro para ligação directa à linha de cintura em Lisboa.
01.02.2008 - 16h44 Lusa

quinta-feira, janeiro 10, 2008

A decisão Alcochete

O dia 10 de Janeiro de 2008 vai ficar para a história de Portugal.
Neste dia foi decidido onde vai ser construído o Aeroporto Internacional de Lisboa.
Depois de décadas de indecisão, e depois de 10 anos de bloqueio total do concelho de Alenquer por via de medidas irresponsáveis, de uma geração de políticos irresponsáveis, a decisão parece estar definitivamente tomada.
Alcochete é a escolha do Governo de José Sócrates e Mário Lino.
Pode ser a melhor solução.
Talvez seja a melhor localização.
Uns dizem que sim, outros dizem que não…
Mas uma coisa é certa.
Chegou a altura dos políticos irresponsáveis serem responsabilizados pelos danos causados ao concelho de Alenquer e aos seus habitantes.
José Sócrates, Mário Lino, Santana Lopes, Durão Barroso e António Guterres devem ser chamados a responder perante os alenquerenses e devem ser responsabilizados pelas suas medidas irresponsáveis
O governo português deverá ser obrigado a compensar o concelho de Alenquer e os seus habitantes pelas suas medidas irresponsáveis.
E obviamente que essa responsabilização deve ser de forma responsável.
Os Políticos alenquerenses têm agora de reformular toda a estratégia de desenvolvimento do concelho.
Obviamente que este é um trabalho que deve ser conduzido de forma responsável.
E, de preferência, por políticos responsáveis.
Talvez seja também uma grande oportunidade para se promoverem alterações de protagonistas, de forma que as politicas concelhias sejam realmente novas.
Os alenquerenses merecem um futuro melhor, definido de forma responsável e por pessoas responsáveis.
Alenquer pode e deve definir um futuro melhor para as suas gentes.
Esta é uma porta que se fecha, mas deve ser uma grande janela que se abre.

AEROPORTO: Sócrates anuncia opção Alcochete

O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou esta quinta-feira a escolha de Alcochete como a localização do novo aeroporto internacional de Lisboa.

O primeiro-ministro anunciou, esta quinta-feira, a escolha de Alcochete como a localização do novo aeroporto internacional de Lisboa. O Chefe do Governo presidiu ao briefing do Conselho de Ministros, numa atitude inédita em reuniões realizadas no edifício da Presidência do Conselho de Ministros. Esta decisão acaba por ser controversa, uma vez que o ministro das Obras Públicas insistia na opção Ota, chegando mesmo a utilizar a célebre expressão que a localização do novo aeroporto em Alcochete «jamais».Questionado sobre uma eventual demissão de Mário Lino, na sequência desta decisão, José Sócrates afirmou que o ministro das Obras Públicas tem «todas as condições» para continuar no Governo.«Não há uma política do Ministério das Obras Públicas. Há apenas uma política do Governo», afirmou José Sócrates.

Ministro convoca câmara de Alenquer para reunião

Mário Lino reúne-se com autarca depois do Conselho de Ministro onde será anunciada a localização do novo aeroporto de Lisboa

O ministro das Obras Públicas convocou esta quinta-feira o presidente da Câmara de Alenquer para uma reunião que se realizará após o Conselho de Ministros onde será discutida e aprovada a localização do novo aeroporto de Lisboa, escreve a Lusa.
O presidente da Câmara de Alenquer, Álvaro Pedro (PS), em cujo concelho se situa a hipótese Ota, confirmou à agência Lusa que foi «convocado para uma reunião esta tarde com Mário Lino».
«Não me disseram qual é o assunto mas desconfio que sei qual é», ironizou o autarca referindo-se à eventual comunicação por parte do Governo sobre qual a localização do aeroporto.
Álvaro Pedro não quis para já comentar as notícias que dão como certa a escolha do Governo da opção Alcochete.
O Governo deverá discutir e aprovar, em Conselho de Ministros, a escolha da localização em Alcochete do novo aeroporto internacional de Lisboa, ficando assim afastada a opção pela Ota.

O que se diz hoje na imprensa sobre o NAL

Governo escolhe Alcochete
O Governo já escolheu onde vai ficar localizado o novo aeroporto internacional de Lisboa.
Jornal de Negócios

Aeroporto: Governo anuncia hoje escolha de Alcochete
O Conselho de Ministros vai avançar hoje com a decisão de construção do novo aeroporto em Alcochete.
Diário Digital

Decisão deve recair sobre Alcochete
O novo Aeroporto de Lisboa deve ser construído em Alcochete.
TVI

Novo aeroporto: Estudo do LNEC defende a opção Alcochete
O Rádio Clube apurou que o estudo do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) é mais favorável à construção do novo aeroporto na margem Sul, em Alcochete.
RCP

Aeroporto «aterra» em Alcochete
Conselho de Ministro deverá aprovar ao início da tarde a localização
Portugal Diário

Novo aeroporto em Alcochete
Decisão vai ser anunciada hoje em Conselho de Ministros
SIC

Novo Aeroporto: Decisão pode depender de novo estudo ambiental
Antes de decidir sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa, o Governo poderá ainda pedir mais um estudo, apurou a Renascença.
RR

Curiosa a forma como a imprensa estrangeira analisa as questões do aeroporto

È claro que não existe loby...

Portugal government expected to announce location of new airport today - report

LISBON (Thomson Financial) - The Portuguese government later today is expected to announce the exact location of the new Lisbon airport, Diario de Noticias reported, citing a source close to the process.
The paper said the government already has a report from state civil engineering laboratory LNEC, which analysed the government's two options -- Ota, on the northern side of the Tagus river and Alcochete, on the south bank.
Industry association reports have said the new airport could cost 6 bln eur if it is built on the south side of the Tagus, compared to 9 bln eur it would cost if it is put on the site in Ota, originally chosen by the government.
Sonae SGPS' soon-to-be-spun-off unit Sonae Capital SGPS is seen benefiting from construction of an airport in Alcochete as the Troia resort, one of its core tourism projects, is nearby.
Brisa - Autoestradas de Portugal SA, Mota Engil SGPS, Sacyr Vallehermoso SA unit Somague, Banco Comercial Portugues, Banco Espirito Santo and Portuguese state-owned bank Caixa Geral de Depositos are all said to be interested in bidding for the tenders to build and finance the airport.

sexta-feira, junho 29, 2007

Aeroporto: Alenquer exige medidas para compensar restrições

A Assembleia Municipal de Alenquer aprovou quinta-feira à noite uma moção, na qual reclama por compensações face às limitações impostas pelo futuro aeroporto que impedem a instalação de novas habitações e empresas na zona envolvente à Ota.
A decisão do Governo em mandar elaborar estudos comparativos entre a localização de Alenquer e Alcochete deixa apreensivos os autarcas do concelho, uma vez que «poderá acontecer que o aeroporto não venha para a Ota», disse à Lusa o presidente da Assembleia Municipal, Fernando Rodrigues, quando os autarcas esperam há mais de uma década pela instalação da infra-estrutura aeroportuária.
«Achamos que neste momento está tudo em causa e é altura de dizermos que as nossas pretensões devem ser satisfeitas», reforçou Fernando Rodrigues, reclamando do governo «projectos industriais e de serviços [ligados às novas tecnologias e ao turismo] que tragam um desenvolvimento sustentado».
«Subsistem apreensões relativamente aos graves prejuízos causados à população do concelho de Alenquer, resultantes da prolongada reserva territorial de uma significativa parcela do território concelhio», lê-se na moção a que a Agência Lusa teve acesso.
De acordo com o documento, as restrições vêm trazer «implicações na definição de uma estratégia de desenvolvimento de um concelho», já que a «indefinição introduzida vem acentuar negativamente o processo de revisão do Plano Director Municipal».
A existência de medidas preventivas que salvaguardem a futura cidade aeroportuária está a inviabilizar a aprovação de processos, com vista à instalação de empresas e até de habitações por parte dos munícipes.
«Há pessoas que deixaram de morar em determinada localidade por não poderem lá construir», adiantou o autarca, para quem o seu concelho está a ser prejudicado do ponto de vista económico.
A Moção vai ser agora enviada ao Presidente da República, Assembleia da República e ao Governo.
Diário Digital / Lusa
29-06-2007 11:02:17

terça-feira, novembro 14, 2006

Editorial Nova Verdade Edição 733 - 15/11/2006

Quando na segunda-feira acordei, pensei estar a sonhar…
A vila de Alenquer estava com movimento.
As pessoas estavam na rua.
O trânsito fazia lembrar a segunda circular.
Não, não era uma revolução.
Parti em busca da fonte do movimento.
A zona do “Areal” parecia a rua Augusta em dia de saldos…
Continuei em busca de uma explicação para tal, e eis que…
Cheguei ao mercado mensal…
Devido às obras de requalificação da zona da Romeira, a câmara foi “obrigada” a transferir o mercado para a zona do parque das Tílias e para o parque do Areal, numa medida desde logo criticada quer pela oposição quer pelos próprios feirantes.
No entanto, enquanto alenquerense, não critico a medida, bem pelo contrário.
Alenquer ganhou movimento, o comércio também, as pessoas voltaram ao centro da vila, logo a vila presépio parece ter ficado a ganhar.
Já na passada semana outro tema aqueceu a politica alenquerense. A Comissão Municipal de Acompanhamento do novo Aeroporto, reuniu pela primeira vez com a NAER, tendo o presidente desta comissão emitido uma nota de imprensa, que de imediato veio a ser criticada quer pela CPNT quer pela ALAMBI.
Quem também não se esquece do aeroporto é Álvaro Pedro, presidente da Câmara Municipal de Alenquer desde 1976. Em grande entrevista, o autarca dinossauro fala das suas principais batalhas e reflecte sobre o que pode vir a ser o futuro de Alenquer e do município.
Na próxima edição encerramos o ciclo de entrevistas com os presidentes de câmara da nossa área de cobertura, ouvindo Carlos Lourenço, presidente da Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos.
No que ao desporto diz respeito, o Sport Alenquer e Benfica continua a somar vitórias enquanto a Associação Desportiva do Carregado teima em não “matar o borrego”, ou seja, vencer fora de casa.
Ainda no desporto, destaque para o alenquerense Hugo Vítor, que na próxima temporada regressa ao Boavista com a esperança de voltar a atingir níveis de outros tempos, em especial na Volta a Portugal em bicicleta.

Editorial Nova Verdade Edição 731 - 15/10/2006

No passado dia 3 de Outubro, a maioria dos deputados municipais de Alenquer recusou uma proposta efectuada pela Coligação Pela Nossa Terra, que pretendia a realização de um referendo local sobre a construção de um aeroporto na freguesia da Ota.
Como argumento para o “chumbo”, os deputados da CDU e do PS entenderam que tal assunto extravasa as competências do poder local e que o mesmo poderia ser “enganoso” para as populações.
Ainda no que à política diz respeito, uma nova polémica parece ter nascido, uma vez que a Câmara de Alenquer e a Junta do Carregado parecem estar em desacordo no nome a dar à nova ponte sobre o Tejo.
A câmara defende o nome de Damião de Góis, a junta defende o nome de Lezíria.
Mas desengane-se quem pensa que a polémica fica por aqui, já que nenhum dos partidos parece ter opinião formada, já que o voto na câmara foi diferente do da junta, e os seus líderes têm também discursos contrários.
Esta polémica deve morrer cedo – vai ser a Brisa a decidir – mas tráz a lume uma discussão interessante, e que passa por tentar perceber, afinal, qual é o peso e influência do Rio Tejo no concelho de Alenquer.
Em termos desportivos, a quinzena voltou a ser bastante fértil.
Sérgio Silva e Duarte Marques trouxeram mais dois títulos para a Sociedade Recreativa do Camarnal. O primeiro venceu no europeu, o segundo no nacional.
O “resistente” Troféu Regional Ralis de Alenquer chegou ao final, numa temporada em que o espectáculo esteve sempre presente apesar do claro domínio de José Merceano.
Todos esperamos que na próxima temporada este magnífico troféu volte às estradas, de preferência com mais apoios do que tem tido, uma vez que o concelho de Alenquer tem ganho, e muito, com esta iniciativa.
Os amantes da modalidade agradecem e Alenquer também.

Editorial Nova Verdade Edição 730 - 1/10/2006

Esta quinzena foi fértil em bons resultados desportivos para os atletas alenquerenses.
Rui Sousa venceu mais uma prova, Sérgio Silva trouxe mais um título para a Sociedade Recreativa do Camarnal, Pedro Lamy venceu o campeonato da Le Mans Endurance Series, Vítor Viçoso revalidou o título de campeão nacional de perícia, Eduardo Henriques brilhou na Meia Maratona ao atingir a terceira posição, logo atrás dos incontornáveis quenianos e a “nossa” equipa de Horseball passou às meias-finais da Taça de Portugal.
Foi, sem dúvida uma quinzena notável para o desporto alenquerense, demonstrando que afinal temos muitos e bons valores no nosso concelho, e que, quando se aposta a sério numa determinada modalidade, os frutos acabam por surgir, com mais ou menos dificuldades.
Podemos também concluir que temos cada vez mais ícones desportivos no nosso concelho, ícones esses que devem ser aproveitados para incentivar os mais jovens a praticar desporto, para que possamos continuar com esta cadência de campeões.
Nesta mesma quinzena, o processo aeroporto conheceu novos desenvolvimentos.
Mário Lino – Ministro das Obras Públicas – afirmou que não existe alternativa ao Aeroporto da Ota, Fernando Rodrigues – Presidente da Assembleia Municipal de Alenquer – convocou a Comissão de Acompanhamento do Aeroporto e uma Assembleia Municipal Extraordinária sobre o tema, a Coligação Pela Nossa Terra apresentou a sua proposta de referendo local sobre o mesmo e agendou uma reunião pública sobre a questão.
Resumindo, o aeroporto entrou finalmente em ebulição, a discussão está lançada, resta agora saber se esta vai levar ou não ao esclarecimento público.
Todos esperamos que sim.
Não posso terminar esta minha odisseia, que é escrever o meu primeiro editorial, sem desejar as rápidas melhoras à “nossa” directora, desejando que a sua pena nos volte a deliciar quinzena após quinzena.

terça-feira, agosto 01, 2006

Novo aeroporto cria 28 mil postos de trabalho

"A empresa que projecta o novo aeroporto de Lisboa, a NAER SA, divulgou hoje em Azambuja que estima que nos concelhos envolventes ao aeroporto venham a ser criados 28 mil postos de trabalho.
De acordo com uma exposição inaugurada hoje pela NAER em Azambuja, o futuro aeroporto potenciará a criação de 28 mil postos de trabalho na área envolvente e outros tantos empregos directos na data da abertura.
Um dos concelhos mais próximos da área de implantação do novo aeroporto é Azambuja e o outro é Alenquer.
O aumento das oportunidades de emprego é bem visto pela autarquia local mas para o presidente da Câmara de Azambuja, Joaquim Ramos "esse efeito só se notará daqui a alguns anos".
O presidente da Câmara disse à Lusa que "o aeroporto potencia o desenvolvimento do concelho mas não resolverá problemas como o da GM (General Motors) que vai encerrar a unidade que tem na Azambuja", e que deixará no final deste ano 1200 pessoas sem emprego.
Além da criação de emprego, a NAER espera um aumento da procura de mão-de-obra qualificada, aumento de salários e da formação.
Para a economia local, o aeroporto deverá atrair novas actividades, aumentar da procura de bens e serviços locais e regionais, novas redes de telecomunicações, ligação para abastecimento de gás natural, novas redes adutoras de água.
A NAER inaugurou a exposição e realizou hoje uma sessão de esclarecimento onde apresentou o projecto na presença de uma centena de habitantes locais.
De acordo com a NAER (Novo Aeroporto Sa), trata-se de um aeroporto de dimensão internacional o que irá promover "o desenvolvimento económico de toda a região, atraindo investimentos e beneficiando as populações".
Um desenvolvimento potenciado também pelas novas infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias que deverão encurtar o tempo e a distância entre o concelho e a capital que ficará a 20 minutos de Lisboa, através da linha de alta velocidade.
Com a linha de alta velocidade, o concelho de Azambuja ficará a 20 minutos de Lisboa (Estação do Oriente), 35 de Coimbra, 48 de Aveiro, 63 do Porto e 45 de Setúbal.
Os novos acessos rodoviários permitirão deslocações de carro a Lisboa em 35 minutos.
O novo aeroporto vai situar-se numa vasta área de 1800 hectares até agora ocupada por floresta, zonas agrícolas e de exploração de inertes.
Para a NAER, a dimensão internacional do aeroporto gerará também a construção de hotéis, centros e congressos, centros de inovação e conhecimento e zonas de actividade empresarial nos diversos sectores da economia. "